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'Papo Reto' aproxima adolescentes do ECA com linguagem do futebol e fortalece a cultura de direitos

  • 15 de jul.
  • 3 min de leitura

Atividade promovida pelo NACA e Projeto RECRIA reuniu jovens em uma roda de conversa sobre direitos, deveres e protagonismo, em celebração aos 36 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente


Atividade reuniu adolescentes de 12 a 17 anos para um momento de diálogo, reflexão e aprendizagem sobre o ECA e direitos

Foto: Divulgação


O Setor Pedagógico do Núcleo de Atendimento à Criança e ao Adolescente (NACA), em parceria com o Projeto RECRIA – Potencializando Habilidades, promoveu, na terça-feira (14/7), mais uma edição do Papo Reto, iniciativa voltada à formação cidadã de adolescentes atendidos pelos projetos.


Com o tema "ECA na prática: quem não conhece as regras, perde o jogo", a atividade reuniu adolescentes de 12 a 17 anos para um momento de diálogo, reflexão e aprendizagem sobre os direitos garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


A ação integrou a programação em comemoração aos 36 anos do ECA e utilizou o universo do futebol para aproximar os participantes do conteúdo da legislação. A proposta foi demonstrar que, assim como em uma partida esportiva, conhecer e respeitar as regras é essencial para garantir proteção, respeito e uma convivência saudável.


Participaram da atividade a pedagoga e psicopedagoga Érica Macêdo, a educadora social Stefany Casanova, ambas do NACA, e o educador social Lucas Lima, do Projeto RECRIA.


Roda de conversa e reflexão sobre a garantia de direitos


Durante a roda de conversa, os adolescentes discutiram temas como o direito à educação, à saúde, ao lazer, ao respeito, à convivência familiar e comunitária e à proteção contra todas as formas de violência. Também refletiram sobre o papel da família, da escola e da rede de proteção na garantia desses direitos.


A metodologia privilegiou a participação ativa dos jovens, por meio de perguntas, exemplos do cotidiano e troca de experiências, estimulando o protagonismo juvenil e a compreensão de que conhecer seus direitos também significa assumir responsabilidades na construção de uma sociedade mais justa.


Murais simbolizaram a mensagem do encontro sobre o ECA e o álbum de figurinhas com as conquistas e lutas pelos direitos

Foto: Divulgação


Figurinha de Campeão


Como encerramento, os participantes desenvolveram a atividade "Álbum dos Direitos: Minha Figurinha de Campeão", que deu origem ao mural "Copa dos Direitos: Quem Conhece o ECA Joga Melhor". Cada adolescente recebeu uma figurinha representando um direito previsto no Estatuto e escreveu o significado desse direito para sua vida, além de registrar uma atitude que contribui para colocá-lo em prática no dia a dia.


O mural simbolizou a principal mensagem do encontro: assim como um álbum de figurinhas só fica completo quando todas as peças são conquistadas, a infância e a adolescência somente são plenamente vividas quando todos os direitos previstos no ECA são conhecidos, respeitados e efetivamente garantidos.


'O ECA não é apenas uma lei distante'


Para a pedagoga e psicopedagoga Érica Macêdo, utilizar uma linguagem próxima da realidade dos adolescentes torna o processo de aprendizagem mais significativo.


"Quando usamos referências do cotidiano, como o futebol, os adolescentes compreendem que o ECA não é apenas uma lei distante, mas um instrumento que faz parte da vida deles. Conhecer os direitos e deveres fortalece a autonomia, a cidadania e contribui para que eles se tornem protagonistas de suas próprias histórias'', explicou.

'O mais importante foi perceber o envolvimento dos adolescentes'


O educador social Lucas Lima, do Projeto RECRIA, destacou a importância da participação dos jovens durante a atividade.


"O mais importante foi perceber o envolvimento dos adolescentes. Eles fizeram perguntas, compartilharam experiências e mostraram que, quando o diálogo acontece de forma acolhedora e participativa, o aprendizado se torna muito mais efetivo", disse o educador.

MMSG - Proteção, acolhimento às crianças e adolescentes vítimas de violências


O Movimento de Mulheres em São Gonçalo (MMSG) é uma organização da sociedade civil que atua há 37 anos na defesa dos direitos das mulheres, no enfrentamento às desigualdades de gênero e na promoção da cidadania e da justiça social.


A instituição desenvolve diversos projetos voltados à proteção, acolhimento às crianças e adolescentes vítimas de violências,  com destaque para o Projeto NEACA Tecendo Redes, realizado em parceria com a Petrobras; o Núcleo de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítimas de Violência (NACA), que conta com apoio da Fundação para Infãncia e Adolescência (FIA) e RECRIA, projeto apoiado pela Subsecretaria de Política Inclusiva da Casa Civil do Governo do Estado do Rio de Janeiro.  


Em caso de ajuda ou informações, o MMSG disponibiliza os contatos dos projetos e, atende, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, no endereço abaixo:

 

NACA São Gonçalo: Rua Rodrigues da Fonseca, 215, Zé Garoto, São Gonçalo.

NACA Niterói: Av. Amaral Peixoto, 116, 4º andar, Centro, Niterói.

RECRIA - Rua Rodrigues Fonseca, 313, Zé Garoto. (21 96750-1595) 


 
 
 

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  • Ativo 13

(21) 2606-5003 /(21) 98464-2179

  • Ativo 12

Movimento de Mulheres em São Gonçalo
Rua Rodrigues da Fonseca, 201 - Zé Garoto

- NEACA Itaboraí: (21 98900-4246 | 96521-4888)

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- NEACA Duque de Caxias: (21 96750-3095)

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- NEACA Primeira Infância (SG): (21 96750-1595)

Rua Rodrigues Fonseca, 313, Zé Garoto


- NACA (SG): (21 2606-5003 | 21 989004217)

Rua Rodrigues Fonseca, 215, Zé Garoto

- NACA (Niterói): (21 965211716)

Av. Ernani do Amaral Peixoto, 116 - sala 401 - Centro, Niterói

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