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Movimento de Mulheres em SG divulga lista de candidatos aprovados em processo seletivo

De acordo com equipe de seleção, 17 profissionais foram aprovados, de forma imediata, e integrarão as equipes da entidade nos cargos de advogados, assistentes sociais, educadores, pedagogos e psicólogos. Outros 39 candidatos selecionados estão no cadastro de reserva, que terá duração de 12 meses


Candidata procura nome entre os mais de 400 inscritos na seletiva ocorrida no Colégio Nilo Estadual Nilo Peçanha em SG


Iniciado em fevereiro (2024), o processo seletivo do Movimento de Mulheres em São Gonçalo (MMSG), teve 17 candidatos aprovados, sendo: (2) advogados, (6) assistentes sociais, (3) educadores, (2) pedagogos e (4) psicólogos. Outros 39 profissionais foram selecionados para compor um cadastro de reserva, que terá duração de 12 meses. A seleção, que teve mais de 400 inscritos, contou com análises de currículos, provas objetivas, redação e entrevistas.


Os candidatos aprovados integrarão as equipes interdisciplinares dos projetos desenvolvidos e coordenados pela instituição. Eles atuarão nos municípios de Duque de Caxias, Itaboraí e São Gonçalo. O edital foi publicado, no dia 05/02, nas redes sociais e disponibilizou o máximo de 420 inscrições, que foram esgotadas em apenas dois dias. O MMSG, que completou 35 anos em março, realiza diversos projetos em parceria com entidades públicas e privadas, além de receber doações de instituições e organizações não governamentais nacionais e estrangeiras.


A gestora Marisa Chaves enalteceu a transparência e lisura do processo seletivo, que demonstra o quanto o Movimento de Mulheres em São Gonçalo cresceu e ganhou reconhecimento do público. Segundo Chaves, a grande procura pelas vagas revela que, mediante resultado do trabalho de excelência de toda a sua equipe técnica, a instituição está se consolidando como um espaço de formação profissional, respaldada pelas parcerias com universidades públicas e privadas em todo o estado.


"Foi uma rica experiência para todos nós, pois sentimos orgulho em saber que hoje somos uma instituição de formação profissional e especializada na redução dos agravos decorrentes de violências notificadas. Agradecemos a presença e o comparecimento dos assistentes sociais, psicólogos, advogados, educadores sociais e pedagogos no processo seletivo aberto, pelo Movimento de Mulheres em São Gonçalo, em fevereiro de 2024", reitera Marisa.

Candidatos aprovados devem aguardar contato do setor de recursos humanos


A gestora informou que candidatos(as) aprovados(as), com admissão imediata, deverão aguardar o contato do setor de recursos humanos da instituição para dar início ao processo admissional. Conforme Marisa, os selecionados para o cadastro de reserva só serão convocados, caso a instituição tenha novos projetos aprovados em editais.  A vigência do banco de reserva será de 12 meses a contar da data de divulgação do resultado.


"Aos candidatos que não constam na lista, agradecemos a participação e pedimos que fiquem atentos para novas oportunidades. Por fim, parabenizamos aos aprovados e selecionados no cadastro de reserva, pois se dedicaram e mostraram que estão alinhados com a política e ideologia da instituição na busca pelas garantias de direitos", agradeceu a gestora.

Em entrevistas, profissionais falaram sobre expectativas e objetivos  


Antes do resultado final, diversos candidatos foram entrevistados pela equipe de comunicação do MMSG para falarem sobre suas expectativas e objetivos. Oriundos, em sua maioria, de universidade públicas, os postulantes, na ocasião, disseram ter obtidos informações sobre o MMSG através do site e das redes sociais. Eles elogiaram a organização do processo seletivo e se mostraram informados sobre os projetos da entidade.


Formada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a psicóloga Júlia Carvalho, 26 anos, disse ter conhecido o MMSG pelo site, mas foi alertada pelos colegas, através das redes sociais, sobre o processo seletivo. Segundo Júlia, através das informações no site conseguiu entender as demandas e a organização dos projetos. Com especialização em saúde da mulher, ela ficou encantada com a dimensão do trabalho realizado pelo MMSG.


"É uma organização que está alinhada com o que procuro. Estou motivada para atuar em diferentes projetos. Tem muito a contribuir com o MMSG, sobretudo no combate aos feminicídios e no apoio às mulheres para romperem com os ciclos de violências", ressaltou a psicóloga.

'Tenho experiência no atendimento em tribos indígenas'

Há apenas dois meses no Rio de Janeiro, a assistente social Janaína Pereira Ifran, 44 anos, veio de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, para acompanhar o marido médico em um projeto em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio, e decidiu participar do processo seletivo do MMSG após ver a oportunidade e conferir o processo seletivo, disponibilizado por uma colega em um aplicativo de mensagens. Especialista em atendimento às mulheres indígenas, Janaína se diz preparada para atuar no combate às violências.

"Trabalhei durante 10 anos em comunidades indígenas, dentro dos territórios de diferentes tribos. Me especializei no combate à violência contras a mulheres indígenas e no acionamento das garantias de direitos dessa população. Aprendi, com a escuta qualificada, ter pleno conhecimento do território. Também atuei com a questão do suicídio dentro das tribos. Essas experiências com os indígenas me fizeram mudar como pessoa. Estou preparada para atuar no MMSG, caso seja aprovada, e colocar em prática tudo que aprendi", disse Janaína.

'Quero ajudar na criação de novos projetos'


Formada na Universidade Federal Fluminense (UFF), a psicóloga Luana Bringel, 25 anos,

participa do Projeto MulheRio, onde realiza atendimentos às mulheres vítimas de violência domésticas. Também pesquisou no site e nas redes sociais sobre as demandas e projetos do MMSG. Ela pretende trazer a sua experiência acadêmica e profissional para a instituição e criar novos projetos.


"Minha experiência no atendimento às mulheres vítimas de violência me ajudaram a compreender às demandas de garantias de direitos. Minha expectativa no MMSG é colocar em prática toda essa vivência acadêmica e ajudar na criação de novos projetos", ressaltou a psicóloga.

MMSG atende vítimas de abusos e violências domésticas em três municípios


Marisa Chaves voltou a destacar que o MMSG está implementando o Projeto NEACA Tecendo Redes, iniciado em 2024, com apoio da Petrobras, que atenderá demandas relativas às violências domésticas e gênero. O projeto abrangerá os municípios de São Gonçalo, Duque de Caxias e Itaboraí e tem como objetivo contribuir para a promoção, prevenção e garantia dos direitos humanos de mulheres, crianças, adolescentes e jovens (até 29 anos).


“As ações do NEACA (Núcleo Especial de Atendimento à Criança e Adolescente Vítimas de Violência Doméstica e/ou Sexual) visam o atendimento às vítimas expostas às diversas formas de violência no âmbito da convivência familiar, priorizando a proteção social especial, através da oferta de um atendimento humanizado, que se baseie na metodologia da escuta ativa e sensível e na realização de um trabalho articulado em redes”, explica Marisa.


Em caso de ajuda, o MMSG disponibiliza seus serviços, de segunda à sexta-feira, das 9h às 17hs, nos endereços abaixo:


NEACA (SG)- Rua Rodrigues Fonseca, 201, Zé Garoto. (2606-5003/21 98464-2179)

NEACA (Itaboraí)- Rua Antônio Pinto, 277, Nova Cidade. (21 98900-4246).


Veja abaixo a relação de aprovados:














SELEÇÃO DOS APROVADOS PDF
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