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MMSG participa da mobilização 'Mulheres Vivas' em defesa da vida em São Gonçalo

  • charodri
  • há 4 dias
  • 3 min de leitura

Ato em Alcântara denuncia o aumento dos feminicídios, o descumprimento das medidas protetivas e cobra políticas públicas com foco na autonomia das mulheres


Mobilização 'Mulheres Vivas' pelo direito à vida e à dignidade reuniu dezenas de pessoas no centro comercial de Alcântara

Foto: ASCOM/MMSG


O Movimento de Mulheres em São Gonçalo (MMSG) participou, na tarde de sexta-feira (30/01), da mobilização “Mulheres Vivas”, realizada na região central em Alcântara, em articulação com coletivos feministas e associações de mulheres do município.


A mobilização denunciou o aumento dos casos de feminicídio, o descumprimento das medidas protetivas e a violência obstétrica em São Gonçalo. Para a gestora e coordenadora do MMSG, Marisa Chaves, a situação exige respostas urgentes do poder público.

“As mulheres têm direito à vida, à dignidade e à autonomia. O município precisa investir em políticas públicas que garantam proteção, mas também condições materiais para que essas mulheres possam reconstruir suas vidas com segurança”, afirmou.

Mulheres empunharam cartazes pedindo respeito, o fim dos feminicídios e reforçaram a luta contra a impunidade no país

Foto: ASCOM/MMSG


Entre as principais pautas está a exigência da implementação urgente de um benefício emergencial municipal para mulheres em situação de violência, especialmente aquelas que, ao romperem com parceiros violentos, se tornam economicamente vulneráveis.


A ação também denuncia a violência obstétrica e reforça a necessidade de investimentos em ações e programas que promovam autonomia, independência e liberdade para as mulheres em todo o município.


Diretora executiva do MMSG Oscarina Siqueira marcou presença na mobilização repudiando o crime de ódio às mulheres

Foto: ASCOM/MMSG


A mobilização ficou concentrada no centro comercial de Alcântara, pois, conforme os organizadores, a caminhada, anteriormente marcada, com sáida do prédio do Relógio até a Maternidade de São Gonçalo (em frente ao 7º Batalhão de Polícia Militar) foi embargada pela Prefeitura por motivos de segurança.


Brasil bate recorde com 1.470 casos de feminicídios em 2025


O número de feminicídios bateu recorde no Brasil em 2025: foram 1.470 casos de janeiro a dezembro, conforme dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O total supera os 1.464 registros de 2024, a maior marca até então. Os registros oficiais de feminicídios apontam para quatro mulheres mortas por dia no ano passado.


Os números devem crescer mais, com os dados de dezembro do estado de São Paulo, que ainda não foram atualizados na base do governo federal. As estatísticas são computadas pelos governos estaduais e enviadas pelo governo federal, que as divulga. Mesmo sem os números do último mês de 2025, São Paulo é o estado com mais casos, com 233. Minas Gerais (139) e Rio de Janeiro (104) aparecem na sequência.


Integrantes de diversos projetos do MMSG no centro comercial de Alcântara durante a grande mobilização Mulheres Vivas

Foto: ASCOM/MMSG


Desde 1989, em defesa dos Direitos Humanos


O MMSG é entidade da sociedade civil, que atua sem fins lucrativos, fundada há 36 anos (1989), cuja missão é enfrentar todas as formas de preconceitos e discriminações de gênero, raça/etnia, orientação sexual, credo, classe social e aspectos geracionais. A instituição trabalha em defesa dos direitos de crianças, adolescentes, jovens, mulheres e idosas, em especial, àquelas que são vítimas de diversas formas de violências, seja no âmbito doméstico ou extrafamiliar, ou que estejam vivendo com HIV/AIDS.


Em caso de ajuda, o MMSG disponibiliza seus serviços, de segunda à sexta-feira, das 9h às 17hs, no endereço abaixo:


MMSG (SG) - Rua Rodrigues Fonseca, 201, Zé Garoto. (2606-5003/21 98464-2179)


 
 
 

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(21) 2606-5003 /(21) 98464-2179

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- NEACA Itaboraí: (21 98900-4246 | 96521-4888)

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- NEACA Duque de Caxias: (21 96750-3095)

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