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Gestora do MMSG repudia violências contra mulheres em todo o Brasil

  • 3 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

Casos da mulher que perdeu as duas pernas após ser atropelada e arrastada pelo agressor em São Paulo e das professoras assassinadas dentro da unidade Cefet, no Rio de Janeiro, tiveram repercussão nacional


Marisa pede um basta ao agravamento das violências contra mulheres e conclama à reflexão e ações coletivas no Brasil

Foto: ASCOM/MMSG


A gestora e coordenadora do Movimento de Mulheres em São Gonçalo (MMSG), Marisa Chaves, utilizou suas redes sociais para manifestar profunda indignação diante do aumento alarmante das tentativas de feminicídio no país e dos recentes episódios de violência que chocaram o Brasil.


Nos últimos dias, dois casos repercutiram nacionalmente. No dia 29, uma mulher foi atropelada intencionalmente e arrastada por aproximadamente um quilômetro por um agressor que desejava matá-la. Apesar de ter sobrevivido, sofreu a amputação de ambas as pernas e enfrenta sequelas que marcarão sua vida e a de toda a sociedade brasileira.


Outro episódio grave ocorreu no Cefet/RJ – Unidade Maracanã, quando um servidor federal, inconformado por ser chefiado por mulheres e alimentado pela cultura de ódio que avança no país, entrou armado na instituição e disparou contra a diretora e a psicóloga.


Diante desses fatos, Marisa destaca a urgente necessidade de reflexão e ação:


“Não podemos mais conviver silenciosamente diante do agravamento e do caráter epidêmico que a violência contra as mulheres tem assumido no Brasil.”

'Políticas públicas firmes e estruturantes são indispensáveis'


A gestora reforça que políticas públicas firmes e estruturantes são indispensáveis, assim como a criação de um Sistema Nacional de Defesa dos Direitos das Mulheres, capaz de garantir prevenção, proteção e responsabilização efetiva.


Ela também convoca a sociedade a agir:


"Homens, para que se unam em uma grande corrente de indignação e assumam o compromisso com a reeducação de gênero. Mulheres, para que fiquem atentas aos sinais de alerta apresentados por amigas e familiares que possam estar vivendo relacionamentos abusivos, situações de perseguição ou risco à integridade física e emocional".

'Transformação da indignação coletiva em mobilização social'


Com 40 anos de trajetória na militância feminista, Marisa reafirma seu compromisso com a luta e conclama a transformação da indignação coletiva em mobilização social:


“Precisamos transformar a indignação em ação, para que relações éticas e respeitosas sejam uma realidade na convivência cotidiana e comunitária.”

Por fim, ela faz um apelo aos governos municipais, estaduais e federais:

“É urgente investir em prevenção para que as estatísticas deixem de revelar a falência das relações entre homens e mulheres no Brasil.”

Brasil tem mais de mil casos de feminicídio registrados em 2025


Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam um aumento de 26% no número de tentativas de feminicídio em 2024. De janeiro a setembro de 2025, mais de 2,7 mil mulheres sofreram esse tipo de crime. Outras 1.075 morreram vítimas de feminicídio. Estudo realizado pelo Instituto DataSenado revela que 88% das mulheres já sofreram violência psicológica e que grande parte dos casos ocorre na presença de crianças; denúncias ao 180 subiram 33% em 2025.


Desde 1989, em defesa dos Direitos Humanos


O MMSG é entidade da sociedade civil, que atua sem fins lucrativos, fundada há 36 anos (1989), cuja missão é enfrentar todas as formas de preconceitos e discriminações de gênero, raça/etnia, orientação sexual, credo, classe social e aspectos geracionais. A instituição trabalha em defesa dos direitos de crianças, adolescentes, jovens, mulheres e idosas, em especial, àquelas que são vítimas de diversas formas de violências, seja no âmbito doméstico ou extrafamiliar, ou que estejam vivendo com HIV/AIDS.

 

 

Não se cale. Violência contra a mulher não tem desculpa, tem lei. Ligue 180 e denuncie!  


Defensoria -O telefone 129 é um número da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ), utilizado para atendimento jurídico e assistência para casos de urgência e rotina. Ele é gratuito e pode ser acessado de qualquer telefone fixo ou móvel no estado.

 

Em caso de ajuda, o MMSG disponibiliza seus serviços, de segunda à sexta-feira, das 9h às 17hs, no endereço abaixo:   


MMSG (SG) - Rua Rodrigues Fonseca, 201, Zé Garoto. (2606-5003/21 98464-2179)




Em vídeo postado em suas redes sociais, Marisa reforça que políticas públicas firmes e estruturantes são indispensáveis




 
 
 

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