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Movimento de Mulheres repudia feminicídio brutal em São Gonçalo

  • 29 de abr.
  • 2 min de leitura

Caso de Ana Lúcia Alves evidencia a urgência no enfrentamento à violência contra mulheres e cobra justiça


Ana Lúcia teve a vida interrompida de forma cruel ao ser morta dentro de sua casa, em um incêndio criminoso no Gradim

Fotos: Reprodução


O Movimento de Mulheres em São Gonçalo (MMSG) manifesta seu mais profundo repúdio e indignação diante do brutal assassinato de Ana Lúcia Alves, de 64 anos, ocorrido na noite do dia 27 de abril de 2026, no bairro do Gradim, em São Gonçalo.


Ana Lúcia, cuidadora de idosos, teve sua vida interrompida de forma cruel ao ser morta dentro de sua própria casa, em um incêndio criminoso provocado, segundo relatos de testemunhas, por seu companheiro. O caso, investigado pela Polícia Civil, apresenta fortes indícios de feminicídio — a forma mais extrema de violência de gênero, que segue vitimando mulheres em nosso município e em todo o país.


É inaceitável que mulheres continuem sendo assassinadas dentro de seus próprios lares, espaços que deveriam representar proteção e segurança. A violência doméstica e de gênero não pode ser naturalizada, relativizada ou silenciada.


O MMSG se solidariza com os familiares, amigos e toda a comunidade impactada por essa tragédia, em especial com os filhos e netos de Ana Lúcia, que agora convivem com uma perda irreparável.


Reafirmamos a urgência de políticas públicas efetivas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres, bem como a necessidade de fortalecimento das redes de proteção, acolhimento e denúncia. É fundamental que o caso seja rigorosamente investigado e que o responsável seja devidamente responsabilizado.


Seguiremos firmes na luta pela vida das mulheres, pelo fim da violência de gênero e por uma sociedade onde nenhuma mulher tenha sua vida interrompida pelo simples fato de ser mulher.


Basta de feminicídios!

Nenhuma a menos.


São Gonçalo, 29 de abril de 2026.

Movimento de Mulheres em São Gonçalo (MMSG)


  • Denúncias

 

Não se cale. Violência contra a mulher não tem desculpa, tem lei. Ligue 180 e denuncie!  


Defensoria -O telefone 129 é um número da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ), utilizado para atendimento jurídico e assistência para casos de urgência e rotina. Ele é gratuito e pode ser acessado de qualquer telefone fixo ou móvel no estado.

 

Em caso de ajuda, o MMSG disponibiliza seus serviços, de segunda à sexta-feira, das 9h às 17hs, no endereço abaixo:   


MMSG (SG) - Rua Rodrigues Fonseca, 201, Zé Garoto. (2606-5003/21 98464-2179)


Serviço de Ajuda às Mulheres

 
 
 

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(21) 2606-5003 /(21) 98464-2179

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- NEACA Itaboraí: (21 98900-4246 | 96521-4888)

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